Fabiana Gonzalez =)

02/12/2009

Profissão: PUTA

Saiba por que publicitarios podem ser comparados a garotas de progamas:


1 – Você trabalha em horários estranhos (que nem as putas);

2 – Te pagam para fazer o cliente feliz (que nem as putas);

3 – Seu trabalho vai sempre além do expediente (que nem as putas);

4 – Você é mais produtivo à noite (que nem as putas);

5 – Você é recompensado por realizar as idéias mais absurdas do cliente (que nem as putas);

6 – Seus amigos se distanciam de você e você só anda com outros iguais a você (que nem as putas);

7 – Quando você vai ao encontro do cliente você precisa estar apresentável (que nem as putas), mas quando você volta parece que saiu do inferno (que nem as putas);

8 – O cliente sempre quer pagar menos e quer que você faça maravilhas (que nem as putas);

9 – Quando te perguntam em que você trabalha você tem dificuldade para explicar (que nem as putas);

10 – Se as coisas dão errado é sempre culpa sua (que nem as putas);

11 – Todo dia você acorda e se diz: AINDA LARGO DESSA VIDA (que nem as putas).


Escrito por Bibizinha às 09h38
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19/10/2009

Um dia. Onze lições.

Hoje eu aprendi que ser calma nem sempre resolve.

Aprendi que ou você faz ou espera sentada, porque ninguém faz do jeito que deve ser.

Aprendi que sou boa no que faço.

E aprendi que foda-se a humildade.

Aprendi que ser feliz é tudo que se quer.
Que uma segunda-feira qualquer acaba com a tranquilidade de férias inteiras.

Aprendi sobre pessoas. As rudes apenas hoje.

Aprendi que valorizar e priorizar o que é certo realmente adiantaria, se as pessoas soubessem fazer isto.
Que um amigo faz falta, que um amor pode ser um babaca, e que o trabalho não deve vir em primeiro lugar.

Um dia.

Onze lições.
E sessenta dias de contagem regressiva até as próximas férias.


Escrito por Bibizinha às 19h42
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30/08/2009

Vi, gosti, copiei e não sei o autor

Amor Contínuo...

Ame seus pais e seus irmãos.
Eles são a base de sua vida, seu chão e quem com certeza vão sempre te ajudar.
Ame suas tias e tios, porque foram eles que por muitas vezes zelaram seu sono, quando você era apenas uma criança mimada.
Eu sei,você não se lembra!
Mas você só vai entender o amor dos tios, depois que sua primeira sobrinha nascer.
Então, não perca tempo.
Ame! Seus primos e amigos por mais que eles sejam completamente diferentes de ti.
Aceite-os. Aceite-se. Todo mundo tem defeitos.
E por falar neles... nos defeitos, Ame sua barriga, suas celulites e as tais estrias.
Elas indicam que sua vida está repleta de prazeres gastronômicos.
Ame também seus quilos a mais, porque se eles não existissem, você jamais poderia comemorar a vitória de um dia perdê-los.
Ame seu cabelo do jeitinho que ele é.
E o seu armário... Mude. Completamente. Experimente coisas novas, outras cores. Calças largas e calcinhas (cueca) de algodão.
E não troque seu velho pijama por nada nesse mundo. Ele é o seu companheiro de sonhos.
E é com aquele tênis feio e fora de moda, com o formato exato dos seus pés, que eu acho que você deve sair para caminhar todas as manhãs.
Leve os cachorros pra passear.
Pra amar as coisas que estão do lado de fora.
Tarefa difícil.
Respire.
No fundo, procure outra pessoa para amar um tanto, que de até vontade de se casar com ela.
Namore.
E não se preocupe com o tempo que a paixão vai durar.
Se gostem. Se assumam. Se curtam. Se abracem. Beijos. Viagens.
E saiam para dançar sempre!!!
Tomem café da manhã juntos. Fiquem o domingo inteiro na cama, enquanto o mundo despenca numa chuva fria e fina.
E quando você achar que já amou demais nessa vida...Tenha filhos.
Se não conseguir, adote.
Dizem que não há amor maior.
E eles vão crescer, amando você e muitas outras coisas e pessoas.
Com sorte, você terá netos.
E dos seus netos, receberá mais tarde com muito orgulho, o amor dos bisnetos...
Pois, o nosso amor é contínuo... é para sempre. É INFINITO!!!
Porque amar vale a pena!!!


Escrito por Bibizinha às 11h14
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26/08/2009

Como assim, uma crise que não passa?

Ouço crise na TV, nos jornais, na novela, no esporte. Crise.
Segundo Michaelis, o dicionário mais fácil de acessar na internet, Crise é momento crítico e decisivo. E eu vivo assim. Entre a cruz e a espada. Entro o homicídio e o suicídio. Entre ir e vir.

Mas essa crise que falam por aí em nada se parece com a crise que vive em mim.
Ela não passa.

Quase grávida (minha menstruação ainda não desceu, acho que entrei na menopausa, já que dois testes de farmácia deram negativos).
Quase infeliz no trabalho (entre picos de felicidade e tristeza inconstante).
Quase feliz no amor (se não fossem as mil e uma pisadas na bola).
Quase compreensiva (se não tivesse esse sangue espanhol que corre em mim).
Quase encorajada (se não fosse a distância de viver longe dos meus pais... ah, eu não tenho mais pai, longe da minha minha mãe).
Quase assassina (um desejo que se mostra cada vez mais forte em mim).
Quase homicida (tá, eu sou muito medrosa pra comprar uma arma e atirar em mim).
Quase profissional (em quase tudo, tento acertar. Mas erro muito).
Quase mulher (se eu fosse mesmo, pelo menos uma das coisas aí de cima estariam completas).

E eu poderia voltar a ser eu. Quem sabe, inteira.


Escrito por Bibizinha às 11h08
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13/08/2009

Mais um conto de fadas para mulheres do séc. 21

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
 
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
 
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: - Nem fo...den...do!
 
FIM!!!

(Luís Fernando Veríssimo)


Escrito por Bibizinha às 15h46
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Conto de fadas para mulheres do séc. 21

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
 
- Você quer casar comigo?
 
Ele respondeu:
 
- NÃO!
 
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes ,transou bastante, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.
 
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
 
FIM!!!
 
(Luís Fernando Veríssimo)


Escrito por Bibizinha às 15h46
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27/07/2009

E tudo mudou....

A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD

A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email

O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do 'não' não se tem medo
O break virou street
O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também

O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bis

Polícia e ladrão virou counter strike
Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato

Chico sumiu da FM e tv
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita ?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira....
A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!

A maconha é calmante

O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz....
..... De tudo.

Inclusive de notar essas diferenças.

(Luiz Fernando Veríssimo)


Escrito por Bibizinha às 11h55
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20/07/2009

Eu que era poeta

De nada continuei

E este verso bobo que escrevo

é mágoa, não me perdoei

 

Eu que teria carreira

eu que não queria um fim

eu que hoje nada sei

eu que olho apenas pra mim

 

Eu que de mim sou saudades

Eu que de mim, preocupação

Eu que era flor, que era poesia

nada disso eu sabia

hoje sou só saudade

e a felicidade que em mim viveria

mal brotou.


Escrito por Bibizinha às 14h59
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17/05/2009

Duas saudades

é um vazio que começa no peito

e que se transforma em dor

assim é a saudade

aparece sem chegar nem por

 

mas a saudade nem sempre é igual

e a saudade nem sempre faz mal

saudade vem lá do fundo

saudade move o mundo

 

e a saudade lateja em mim

e nem sempre é possível de passar

tem a saudade de amor

e tem saudade que chegou pra ficar

 

eu sinto o coração doente

quando falo da saudade que dói

e nada posso fazer

faz parte da vida acontecer

 

tem a saudade

que dá pra matar

a saudade da falta

apenas de não estar

 

mas a saudade que fica

aquela que não vai passar

é saudade de você, pai.

é saudade do seu olhar.

 

saudade da sua sabedoria

do seu jeito sábio de ser

e só posso matar essa saudade

no dia que eu morrer

 

então eu fico aqui

nestes versos tolos

esperando por um dia

poder te abraçar de novo

 

quatro anos se passaram

e em quatro ano tudo mudou

só não mudou a saudade

Esta, em mim, ficou...


Escrito por Bibizinha às 21h12
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15/05/2009

Eu de novo

Eu sou tão diferente de quando comecei a escrever este blog que ele devia ter outro nome.

Sou agora de todas as cores. Antes eu era muito laranja.

Agora gosto do arco-iris inteiro.


Escrito por Bibizinha às 17h34
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Não sei de quem é, mas merece estar aqui

Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte de cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema dê um sorriso
Ainda que amarelo, esqueça seu cotovelo
Se amargo foi já ter sido
Troque já esse vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada mil lágrimas sai um milagre

Caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa coma somente a cereja
Jogue para cima faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra penas viva apenas
Sendo só fissura ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena reze um terço
Caia fora do contexto invente seu endereço
A cada mil lágrimas sai um milagre

Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal do sal do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas três dez cem mil lágrimas sinta o milagre
A cada mil lágrimas sai um milagre

Escrito por Bibizinha às 17h26
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03/03/2009

Funciona assim

Funciona assim: as coisas não precisam estar necessariamente ruins para você achar que as coisas não estão bem. Está tudo nos trilhos, caminhando para um futuro bom, de conquistas. Plantando sementes para colher no futuro. E todo o resto, assim como deve ser. Mas algo lá dentro de mim diz que as coisas não estão boas. E que, se eu não agir com urgência, elas caminharão para um caminho sem volta.

É como se eu vivesse acostumada. Logo eu, que nunca me acostumo com nada, nem com a paz. Logo eu, que sempre briguei para ser a mais feliz, a com a razão, a que fazia a estrela brilhar. De qualquer jeito. Porque eu nunca aceitei que a minha apagasse.

Logo eu.

E aqui escrevendo, não sei para quem ou porque, eu me sinto sem forças. Com angustia apertando, com vontade de andar a esmo na rua, de não dar satisfação pra ninguém, pra ser quem eu sou, essa pessoa que conversa com estranhos. Essa pessoa que sorri de graça e não espera nada. Essa pessoa que sabe a quantidade de erros que cometeu e que sofre por eles, que não se perdoa. Essa pessoa que sabe que a felicidade é finita, sempre é. E que em uma hora qualquer um meteoro vai cair sobre o céu, construído em um castelo de cartas, da forma que eu mesma quis.

Essa pessoa errada sou eu. Eu nasci assim. Não sirvo para me acomodar, para ser feliz com pouco, para aceitar o mínimo, para enxergar com gratidão, a que coloca lentes cor-de-rosa. Eu nunca fui assim.

E tenho medo de mim em dias assim. Em dias em que acordo este eu.

Em dias assim eu reviro tudo. Viro do avesso as calças, as costas, a casa. Dias assim são dias definitivos. A minha vida foi traçada assim. Do primeiro surto até hoje.

É bom para mim? Vale a pena? Porque aconteceu assim? Era o que eu queria?

Talvez fosse.

E eu me fiz de satisfeita. Pago. É justo que pague.

Vontade de cantar. Cantando a mesma música, sem parar, mesmo sem saber a letra, porque ela quer me dizer algo. É sempre assim. Algo que eu não sei, e que daqui a 2 meses ou daqui a 2 anos entenderei. Porque sempre foi assim.

E para que me lembre, as músicas que me martelam perguntam quanto vale a vida (quanto vale a minha? O que estou fazendo dela?), e me perguntam (ou me explicam) quem eu sou na verdade.

Sou esta Fabiana que me encontro agora, escrevendo, com o choro entalado. Sou a Fabiana que quer fugir. Sou a Fabiana que quer a rua, que necessita de ar. Quem sou eu na verdade? Sou uma interrogação. Seguida de reticências. E que desaprendeu a escrever com as novas regras desta velha língua. Sou uma velha. Sou o que eu não quero e que quero. Sou apenas essa. Essa mesmo, a de sempre. Em busca de uma resposta, de um significado e de brilho no olhar. Minha pele. Essa sim sabe o que eu quero dizer.


Escrito por Bibizinha às 23h41
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05/02/2009

Como seria se tivéssemos pulado o ano de 1996?

O ano de 1996 foi um dos mais importantes da minha vida. E não foi pelas coisas boas que aconteceram. Até porque, se existiram, eu nem me lembro delas.
1996 foi um ano inesquecível pra mim. 1996 foi o ano em que eu tive minha primeira experiência de verdade com a morte.
Era uma tarde de sábado. Um sábado feliz, tranqüilo, sem nenhum tipo de aviso de que a pior coisa que poderia acontecer, aconteceria. Eu tinha 15 anos na época e achava que: era feliz demais, triste demais, sofrida demais, sentimentos demais. Foi no auge da minha adolescência que eu aprendi o que era perder.
Sei que é um pouco tarde pra falar disso. Se passaram 12 anos desde que isso aconteceu. Mas é algo que está aqui dentro, entalado, e que diz ou outro me atormenta.
Hoje é dia 5 de fevereiro. E hoje, o Diego, meu melhor amigo, entraria na sua versão 2.9. Poucos dias depois de eu adentrar na 2.8.
Muitas vezes, nos anos que seguiram 1996, eu me perguntei como seria minha vida. E hoje, 12 anos depois, vejo que ela seguiu seu curso. Com erros e acertos, mas com a certeza de que seria completamente diferente se 1996 não tivesse existido.
Talvez eu nem estivesse aqui. Não tenho idéia de como as coisas teriam sido e muitas vezes depois me confrontei, sozinha ou em voz alta, dizendo que eu não queria que o Diego voltasse. Como se ele partir tivesse sido uma vontade minha, nessa eterna vontade de controlar tudo.
1996 foi o ano em que enlouqueci. Foi o ano mais triste, foi o ano em que eu perdi. Talvez seja lembrado como o ano mais triste por mim, na minha vida toda.
Dizem que a aproximação com a morte nos caleja. Perdi meu pai, e foi diferente. Tenho uma ausência. Um buraco. Uma saudade. Um vazio. Coisas que eu tinha quando perdi o meu melhor amigo, mas é diferente.
Estou triste sem fim hoje, e não sei o motivo. Mas a data tende a me dizer que o motivo é você.
Esteja onde estiver, Di, estará sempre comigo. Nos meus sonhos, pensamentos, xingamentos e saudades. Você é a pessoa que mudava tudo, que alegrava tudo, que me completava. E mesmo que a vida tivesse nos levado hoje para rumos diferentes, se você estivesse aqui comigo, eu sempre saberia você, e me sentiria segura. 
Sinto saudades. Nem sei do que, porque aquele tempo passou. Mas existe um grande vazio, que dói aqui em mim, quando me lembro de você.
Com amor, da sua melhor amiga, Bi.


Escrito por Bibizinha às 15h26
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12/12/2008

Eu sei como é isso, eu tenho experiencia.

Quando as coisas começam assim é porque não vão acabar bem.

Será que vou dar início a toda a avalanche novamente?

Deus me proteja.


Escrito por Bibizinha às 18h29
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11/12/2008

Fase crítica

Entrei na fase crítica novamente: a fase de questionamentos.

Me questionando tudo: da existência de Deus à cor que minhas unhas estão pintadas.

Alguma coisa lá dentro, aquela que sempre liga o alerta vermelho, está me dizendo que isto não vai dar certo.

Que eu acho que mudei, mas que eu não mudei.

Que continuo a mesma: nas coisas boas e nas coisas ruins.

Essa voz diz que, por mais que eu tente, eu não vou me conformar.

Diz que as coisas não vão mudar e que o Natal chegou novamente.

E que por mais que eu não queira, ele vem de novo no ano que vem.

Que o que me faz infeliz continuará existindo.

Que meus medos não vão cessar.

E que o mundo não vai parar até que eu consiga resolver todos os meus problemas.

Alguma coisa me diz que tenho que pensar.

Pensa, Fabiana. Pensa.

É isso que você quer? É assim que você vai ser feliz?

Dias assim são dias em que jogo tudo pro alto. Carro, dinheiro, asfalto.

Dias assim eu me torno inconsequente, me torno carente, doente. São dias de inverno da alma. Mesmo com o calor que está aqui dentro.


Escrito por Bibizinha às 21h17
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Tem uma voz que diz

Caia no mundo, Fabiana. Caia no mundo.


Escrito por Bibizinha às 21h11
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26/11/2008

Um dia de bons pensamentos

É preciso pensar positivo. Mais que atrair, pensar positivo faz as coisas acontecerem.
Escrito por Bibizinha às 14h18
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25/11/2008

O Natal chegou e se instalou

Então é Natal. Aliás, faz tempo, acho que já é natal desde o início de novembro.
Eu tenho gostado cada vez menos desta data. Talvez seja porque eu escrevo textos toscos e medíocres, que todo mundo acha cuti-cuti, e só eu sei o quanto eles saem rápidos e cuspidos, como se eu soubesse exatamente todas as palavras-chave desta data. Talvez seja porque as pessoas acham que o natal é desculpa pra tudo: ah, o natal está chegando, e ficam com aquele sorriso e esperança, calculadamente tolas. Talvez seja porque eu cresci, fiquei adulta e tenho certeza de que o papai-noel nunca existiu. Talvez seja porque é uma data de família, e quanto mais velhos ficamos, mais pessoas perdemos e mais elas fazem falta nesta data. Talvez seja porque eu endureci. Mas eu endureci? Pareço uma menina ainda. Aliás, tenho quase certeza de que ainda sou uma...
De uma forma ou de outra, o espírito natalino já invadiu meu lar. A árvore está montada, com suas luzinhas piscando. Eu gosto disso. Mas acho que gosto mesmo é de me sentir menina. Sempre fui assim, forte, mas com tendência a fraquezas. Gosto de me sentir protegida. Gosto de me fazer criança. E talvez, lá no fundo, eu goste um pouquinho do natal. E todas as mensagens meiguinhas, de esperança, amizade, amor e calor que ele traz.
Escrito por Bibizinha às 19h57
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Tem uma música que anda tocando no rádio e que está na minha cabeça. Não tenho idéia de quem seja, e me lembra um rap misturado com baladinha. Depois que saí do ballet, me dou ao luxo de não ter mais idéia dos ritmos, nenhuma obrigação de conhecer isto ou aquilo. Mas vamos a musica: o refrão dela é bem bobinho. Diz algo assim: então se ligue, busque a felicidade, pra existir história tem que existir verdade, e tem uns clichezões, tipo: pra quem ta molhado um pingo é besteira...
não sei porque to contando isso aqui, mas a tal da música não sai da minha cabeça.
Num dia como hoje, cheio de jinglebells e plimplimplim é ótimo. O Natal chegou e se instalou. Um bom tema para um post.
Até ja.
Escrito por Bibizinha às 19h47
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Oi de novo

Nossa, preciso tirar a poeira disto aqui. Faz tanto tempo que eu não venho que esta página ficou tomada pelas aranhas e suas teias.
Sinal de que as coisas estão bem. Ou que eu realmente não tenho tempo para mais nada.
No geral, estou feliz. Estou apaixonada pela meu namorido, apaixonada pelos meus amigos, apaixonada pelo meu trabalho e apaixonada pela minha família. Mas sei que se eu ficar escrevendo isto ninguém vai voltar a me ler. Na verdade, a gente volta em blogs amargurados, e acompanha diariamente os pensamentos loucos, destrutivos e suicidas das pessoas. A gente volta em blog pra se identificar, porque acha que a pessoa vive a mesma coisa que a gente. (queria ser psicóloga, essa é mais uma teoria de privada das milhões que tenho)

Vamos atualizar: sou a mesma Bi. E hoje, com TPM. Sem um assunto para escrever.
Mudei de área, agora sou web, mais um motivo pra voltar a escrever nisto aqui. Ou resolver fazer um blog sério, e escrever coisas que prestem.

Enjoei deste post. Vou começar outro.
Se você voltou, seja bem-vindo de volta.
Escrito por Bibizinha às 19h42
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25/09/2008

Uma menina que se revolta.

Eu faço demais e espero demais.
Ser feliz implica em dar sem esperar. E eu ainda sou uma menina pra entender isso.
Escrito por Bibizinha às 09h27
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11/09/2008

eu again

outro texto que escrevi e me esqueci...

Onde estou eu, que ando meio perdida
onde está a menina calma, tranquila, de noites vazias?
onde está a felicidade?
onde se encontra os meu horizonte?
quais são as minhas perspectivas?
Onde está o azul que mal vejo durante o dia?
Onde se perdeu a gargalhada?
Onde eu encontrei tanto rancor?
Eu me toreni uma pessoa distante e triste?
Ou fui consumida pelas horas sem alegria?
Que preocupação é essa que vive em mim?
que culpa, que dias, que mudança eu me fiz?
Porque eu fiquei assim, essa pessoa amarga
porque eu me faço assim, pessoa desconfiada?
será que me tornei quem eu nunca quis ser?
será que eu cresci e não gostei do que fui?
Eu queria ser só eu de novo
sem culpas, sem medos, e com a força de acreditar
eu queria uma vida bem linda, com flores
e amigos em que se pode confiar
eu queria pessoas de verdade, amigos de verdade
e não essa falsa amizade que o mundo quer dar
eu queria chorar até desaparecer
e renascer outra pessoa
num novo mundo
sem perceber...

Escrito por Bibizinha às 19h11
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eu

Um texto que escrevi e esqueci...

É como se eu fracassasse em muitas categorias
Pessoa, mulher, profissional
é como se eu valesse nada
num dia estou ótimo, no outro arrasada
é como se o mundo desabasse
tubluft, é você no chão
é como se minha cabeça fosse explodir
Eu nunca pedi pra ser assim
Pedi pra ser do sol, pedi pra ser de lua
pedi pra ser de praia
pedi pra ser do mar
apenas assim
É como se a caminhada fosse mais longa, mais complexa
e com mais provações do que eu quero enfrentar
é como se eu fosse feita de açúcar
num dia de chuva fina
que cai aos poucos
e me desmancha aos poucos
me desaba aos poucos
viro água no mar
é como se eu fosse feita de mágoa
é como se eu fosse a pessoa errada
é como viver em inverno
de dias longos de frio
é como se meu mar secasse
é como se meu coração despedaçasse
Escrito por Bibizinha às 19h11
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05/08/2008

Potes de arco-iris

Potes de arco-iris existem sim. Eles estão em cantos escondidos, perdidos aos olhos de quem não pode enxergar.
Potes de arco-iris se mostram pra gente quando merecemos. É uma forma de recompensar.
Tem pote de arco-iris escondidos em amigos, em dobrinhas de roupas, em bolsos esquecidos.
Tem que procurar com carinho que o seu pote de arco-iris está lá.
Potes de arco-iris podem vir em forma de abraço, em forma de afeto, e até em formas mais modernas, em forma de e-mail ou uma nova postagem num blog.
Potes de arco-iris se fazem assim, se sentem alí, mas nem sempre é possível pegar.
Potes de arco-iris se escondem em latidos, em lambidas, em focinhos gelados.
Tem os potes de arco-iris disfarçados de sorrisos, e de abracinhos, de braços pequenos que carregam o mundo.
Potes de arco-iris se aproximam assim. A gente ri uma vez, depois duas e depois três, e o pote já fez casa na gente.
Pote de arco-iris podem se encontrar perdidos. Numa sala de aula, ou num espaço de novos amigos.
Potes de arco-iris estão em todos os lugares. É preciso coração aberto e é preciso acreditar.
Porque potes de arco-iris existem sim. Dentro de você, alguns, e muitos dentro de mim.
Escrito por Bibizinha às 20h11
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13/06/2008

Feliz dia dos namorados!

Você é a melhor coisa que me aconteceu. Você é aquela coisa que é todinha minha, e que eu sou todinha também. E eu te amo com todas as minhas forças, vontade e amores. Porque eu te amo quase como amo a mim mesma. Eu te vejo, te olho, te entendo e me surpreendo. Tenho uma vontade gigante de acertar, uma vontade gigante de viver e uma vontade gigante de estar com você. Gosto de dividir meus dias e minha vida com você. Gosto de dividir minhas histórias, meus amigos, minha família e minhas horas com você. Porque você é parte de mim. E eu sou parte de você.
Escrito por Bibizinha às 17h29
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08/05/2008

Flores

É assim quando a gente começa algo novo
Ainda mais se é amado desde antes
A vida se enche de flores
E frutos chamados esperança
Quando de maio a gente é assim
a gente aposta, vê no que dá
e espera dias mais lindos de sol
fundamentados em noites de pensamentos
Desejo sorte a mim mesma
E sorte pra nós dois
Almejamos o mundo inteiro
E juntos caminhamos para lá
É assim, desde que te conheci
Andando juntos, do ladinho do outro
E de dia em dia
Mais grudado fica
Mais saudade fica
Mais certeza multiplica

Escrito por Bibizinha às 16h59
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02/05/2008

É estando longe que se percebe o tamanho

o tamanho da saudade

o tamanho do amor

o tamanho da falta

o buraco que fica

de apertado que fica

a saudade aperta

o coração fica em estado de alerta

esperando o celular tocar

pra ouvir sua voz um pouquinho

pra sentir o seu carinho

e as horas passarem

pra eu voltar

e no so seu colo me aninhar.

 

Xu, eu sou mais que apaixonada por você. Eu nunca fui tão feliz na vida como estou sendo com você. Caminhamos lado a lado. Você é meu amor, meu amigo, meu parceiro, meu cúmplice. Você é a pessoa que conquistou devargazinho meu coração e hoje ocupa ele inteiro. Estar aqui, longe de você, me mostra o quanto é gostoso estar perto e o quanto eu quero estar perto todos os dias da minha vida. Você me completa. Você é minha metade. Você é o amor da minha vida.

Beijos da sua pequena balilica, morrendo de frio, de saudade, de falta de esmagamento. Minha orelha e meu nariz vão quebrar. Eu sei disso. E vc vai chorar. Tá tão frio aquiiiiiiiiii.... queria tanto você pra me esquentar...

Você é assim, um sonho pra mim e quando eu não te vejo eu penso em você desde o amanhecer até quando eu me deito.

Saudades imensas

Lica


Escrito por Bibizinha às 22h24
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13/04/2008

Borboletas no estômago

Uma grande mudança gera sempre grandes expectativas
Escrito por Bibizinha às 10h11
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Desejo de aniversário

Amigo é assim: pode estar longe que está perto. Amigo tem cheiro de flor, tem calor de lareira em dia de frio. Eu desejo para você, meu amigo, em todos os dias da sua vida, um milhão de amigos. E sei que isso você tem aos baldes. Porque só quem é muito amigo que consegue ter assim. Eu desejo sol pra aquecer seus dias, chuva pra viver seus verdes e risadas para te inundar de alegria. E desejo sempre. Hoje um pouquinho mais, porque a gente deseja assim em dias especiais. Desejo que seu bem esteja sempre ao seu lado, desejo que você seja sempre muito amado, e desejos que os desejos seus possam se realizar. E que você se sinta pleno. E feliz, simplesmente assim.
Escrito por Bibizinha às 10h11
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07/03/2008

 
É como se eu estivesse de luto.
Minha roupa é preta e minha cara é de indiferença.
Sonhos esquisitos.
Esperando a morte chegar.
É como se eu tivesse feito algo errado.
E estivesse com medo de encarar.
Uma sensação de borboletas no estomago.
Uma sensação de derrota.
Um exarcebação de tristeza.
É luto de alguém que não morreu.
É luto de alguém que eu temo.
O luto é pelo meu medo.

Escrito por Bibizinha às 10h30
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